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GRANDES ÓPERAS

 

 


 

A Criada Patroa - La Serva Padrona

Libreto: G.A. Frederico
Musica: Giambattista Pergolesi
Estréia: 28 de agosto de 1773, em Nápoles - Teatro de São Bartolomeo
Sua estréia aconteceu quando na apresentação de uma ópera séria, apareceu como um intermezzo cômico e se tornou um dos mais famosos intermezzos. Houve então a separação de sua posição original e foi ganhar fama internacional, principalmente em Paris. Em 1752, uma produção sua provocou uma guerra de panfletagem entre os partidários da ópera francesa e da italiana, "A Guerra dos Bufões", e lideraram a fundação da ópera cômica na França. Nos dias atuais, "A Criada Patroa" tem um público próprio.


A Flauta Mágica - The Magic Flute

Ópera fantasia em dois atos, com libreto alemão, de Emanuel Schikaneder. Sua estréia foi em Viena, na Áustria em 1791. Tanto Mozart como Schikaneder pertenciam à maçonaria e grande parte da Flauta Mágica descreve lendas e rituais maçônicos. A ópera porém, pode ser apreciada como um simples conto de fadas que conta a história de amor entre Tamino e Pamina. O título da ópera vem de uma flauta mágica que protege Tamino dos perigos. Esta peça tem diálogos falados no lugar de recitativos, alguns trechos musicais assemelham-se a simples melodias folclóricas, embora várias árias sejam dramáticas e solenes. A abertura desta ópera é muitas vezes apresentada em concertos, como uma peça separada. Clique << AQUI >> e conheça mais sobre a ópera A Flauta Mágica.


Aída

Ópera trágica em quatro atos, libreto em italiano de Verdi e de Antônio Ghislanzoni, estreou em 1871, no Cairo, Egito.
Esta ópera foi composta a pedido do governante egípcio, para as comemorações da abertura do canal de Suez e da inauguração do teatro da ópera do Cairo. A história tem lugar no Egito antigo e gira em torno do trágico romance entre Aída, escrava etíope, e Radamés, oficial do exército egípcio. É uma grande ópera e exige um numeroso elenco; tem cenas grandiosas, com muitas presenças em cena, coros de soldados, escravos, sacerdotes, além de elaborado balé. O segundo ato inclui a emocionante e famosa Marcha Triunfal, na qual o soberano egípcio passa em revista seu exército.


As Bodas de Fígaro - Le Nozze Di Figaro

Ópera em 4 atos
Inspirada na peça de teatro de Beaumarchais
Libreto: Lorenzo da Ponte
Música: Amadeus Wolfang Mozart
Estréia: 1 de maio de 1786, em Viena
A maior ópera cômica de Mozart concentra-se nas intrigas que cercam o casamento de Fígaro, criado do conde Almaviva, e Susanna, criada da condessa Almaviva. O conde tenta seduzir Susanna antes do casamento, mas Fígaro consegue com esperteza superar o patrão. Todos os personagens estão sempre mostrando os novos lados do caráter de cada um.


O Barbeiro de Sevilha

Ópera cômica em dois atos. Libreto em italiano, baseado na peça francesa O Barbeiro de Sevilha, de Pierre Beaumarchais; a estréia mundial foi em Roma, em 1816. Esta obra é um exemplo de ópera cômica, ou ópera bufa, italiana. O libreto tem muitos personagens e situações típicas desse gênero. Rossini desenvolve a ação inicialmente através de recitativos secos. A ópera contém também uma brilhante abertura, que o compositor já tinha usado em duas obras suas anteriores, Aureliano em Palmira e Elizabeth, Rainha da Inglaterra.


Cavalleria Rusticana

Ópera trágica em um só ato, de Pietro Mascagni. Libreto italiano, baseado na peça italiana, do mesmo nome, de Giovanno Verga. Estréia mundial: Roma, 1890. Tradicionalmente, esta ópera é apresentada com Os Palhaços. As fortes emoções, o realismo e a violência das duas obras fazem delas excelentes exemplos de ópera verista. Sua ação passa-se numa aldeia da Sicília, no século XIX. Uma mulher casada, Lola, tem uma ligação amorosa com Turiddu, um jovem soldado. O título da ópera refere-se ao código de honra dos aldeões, segundo o qual, Alfio, marido de Lola, deve vingar-se. Alfio desafia Turiddu para um duelo e mata-o. O compositor e o libretista utilizaram-se de vários artifícios para criar efeitos dramáticos. No meio da ópera, os aldeões estão na igreja e o palco fica vazio. Neste intervalo, a orquestra toca o intermezzo, peça melodiosa e suave que ameniza a atmosfera carregada e tensa da ópera. Em outro artifício dramático, a morte de Turiddu dá-se fora de cena e o público toma conhecimento do resultado do duelo através das reações horrorizadas dos aldeões que estão no palco.


La Traviata

Ópera trágica em três atos, libreto italiano de Francesco Maria Piave, baseado na peça francesa A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, estreou em 1853, em Veneza, Itália.
Embora tenha sido um fracasso na sua estréia, A Traviata veio a se tornar uma das óperas mais encenadas em todo o mundo. Verdi colocou a ação da obra em Paris e arredores, em meados do século XIX. A ópera chocou o público da época porque a heroína levava uma vida desregrada.
Ao contrário de quase todas as óperas do período, seus personagens são realísticos e motivados por complexas emoções. Suas idéias e sentimentos tornam-se particularmente convincentes pela música de grande efeito teatral de Verdi.


Le Coq d'Or

Ópera em três atos, um prólogo e um epílogo, com música de Nicolai Rimski-Korsakov e libreto de Bielski, estreou em 1909 em Moscou. Sob uma aparência ingênua se esconde uma sátira violenta ao czar e à aristocracia, que decidem proibir a exibição da peça, que só pode ser apresentada em um espetáculo particular, três anos depois do que foi escrita e dois anos após a morte do compositor. Korsakov usa habilmente o cromatismo e um lado oriental e pratica um sutil cruzamento das inspirações.


Lucia di Lammermoor

Ópera dramática em três atos, com música de Gaetano Donizetti, libreto de Salvatore Cammarano, baseado em romance de Walter Scott. Estreou em 1835 no Teatro São Carlos em Nápoles. A história se passa na Escócia, no final do século XVII, conta uma história de amor, política, traições e loucura. Forçada a se casar contra sua vontade e trair o homem que ama, Lucia enlouquece, mata seu marido. A cena da loucura de Lucia é uma das mais célebres árias entre todas as óperas.


Norma

Ópera trágica em dois atos com música de Vicenzo Bellini e libreto de Felice Romani, estreou em 26 de dezembro de 1831 em Milão na Itália. A ação de passa-se na Gália durante a ocupação romana, cerca de 50 anos antes de Cristo. Os Druidas esperam a chegada de Norma, a Sacerdotisa, que lhes dará o sinal para se revoltarem contra os ocupantes. Norma mantém uma ligação secreta com Polione, um romano, do qual tem dois filhos. Ela não sabe, mas Polione ama agora outra mulher, Adalgisa, uma jovem sacerdotisa. Os Druidas transmitem a Norma a decisão que tomaram: quando ela der o sinal, eles matarão os ocupantes, começando por Polione. Norma diz aceitar essa decisão. Mas, quando fica só, declara o seu amor pelo romano. Polione é preso, ao encontrá-lo. Norma afirma que pretende libertá-lo, desde que parta sem Adalgisa, ele recusa. Norma regressa ao Templo, confessa a sua traição e a sua culpa, e decide que ela deve ser sacrificada. A ópera termina com a morte de Norma e de Polione que resolve acompanhá-la no sacrifício.


O Anel dos Nibelungos _ - Der Ring des Nibelungen

É um ciclo de quatro óperas, com música e libreto escrito em alemão. As três principais deste ciclo são As Valquírias, Siegfried e o Crepúsculo dos Deuses. A quarta obra que serve de prólogo às outras três, embora seja uma ópera completa Wagner, deu o nome de O Ouro do Reno. Esta tetralogia foi apresentada pela primeira vez, como um ciclo, em Bayreuth, Alemanha, em 1876. Muitos deuses e deusas tomam parte na ação. O ciclo do Anel dos Nibelungos gira em torno da história de um anel com poderes mágicos a quem o possuir, e este anel muda de mão em mão. O ciclo mostra basicamente o declínio e a queda dos deuses, ocasionados pela ganância e o poder, simbolicamente representadas pelo anel.


O Cavaleiro da Rosa - Der Rosenkavalier

Ópera em 3 atos, com música de Richard Strass e libreto de Hugo von Hofmannsthal. Sua estréia ocorreu em 26 de janeiro de 1911. Ópera que se situa na tradição da ópera buffa, conta uma história de amor em estilo rococó e possui grande riqueza instrumental. É provavelmente a peça mais encenada de Strauss.


Os Palhaços - Pagliacci

Ópera trágica com um prólogo e dois atos, de Rugierro Leoncavallo, Libreto italiano do próprio compositor. Estréia mundial: Milão, Itália, em 1892. Os Palhaços é uma ópera verista curta que gira em torno da vida dos membros de uma companhia de atores ambulantes da Itália, na década de 1860. A história concentra-se nos ciúmes de Canio, o artista principal. A ópera começa com um prólogo cantado em frente da cortina por Tonio, que faz papel de um palhaço. Logo no início do primeiro ato, Canio descobre que Nedda, sua mulher, lhe é infiel; Canio porém desconhece a identidade do homem e canta então, uma das mais belas áreas de tenor de toda a ópera, "Vesti la giubba", na qual expressa o seu destino trágico: desempenhar o papel de palhaço e fazer rir quando está de coração partido. Quando Canio vem a saber, durante uma apresentação, que o amante de sua mulher é Silvio, um camponês que vive na aldeia, onde a companhia está se apresentando. Apunhala Nedda e Silvio.


 

Rigoletto

 

Ópera trágica em três atos, libreto italiano de Francesco Maria Piave, baseado na peça francesa O Rei se Diverte de Victor Hugo, estreou em 1851 em Veneza, Itália.
A história é sobre a traição e vingança na corte de um nobre italiano, o duque de Mântua, no século XVI. Os principais personagens são: o duque, Rigoletto, um corcunda, que é o bobo da corte do duque e Gilda, filha de Rigoletto. Em conseqüência de artifícios, enganos e traições, a adorada filha de Rigoletto é assassinada.
Verdi compôs para Rigoletto maravilhosas páginas musicais. No segundo ato, o duque canta uma das árias mais populares no repertório operístico no mundo inteiro, "La donna è mobile"(A mulher volúvel); esta ária comenta com humor como as mulheres são volúveis em suas afeições.

 


 

Tristão e Isolda - Tristan e Isolde

 

Ópera em três atos, com música e libreto de Richard Wagner. Estreou no Teatro Real de Munique em 10 de junho de 1865.
Libreto baseado na obra de Gottfried von Strassburg, "Tristan", e na lenda do mesmo nome.
É uma divisória na história da música. O amor trágico da princesa Isolda e do cavaleiro Tristão foi contada por poetas desde o século XII. Wagner, inspirando-se na antiga lenda, modelou-a e criou um novo tipo de música dramática, onde as vozes são tratadas como instrumentos e a linha sinfônica é de uma sensualidade sem precedentes.

 

 

 


 
 

 

 

A VALQUÍRIA - Die Walküre

 

Ópera de Richard Wagner, dividida em três atos, esta é a segunda obra do ciclo O Anel dos Nibelungos, baseado em lendas nórdicas, e estreou em 1870. A saga sublime em quatro óperas, desenhada por Wagner, com seus heróis em fúria, sua profundidade musical, dramática e psicológica, que começa com O Ouro do Reno, com um anel mágico sendo forjado, tem aqui o segundo momento.

Por um lado se narra a história de Siegmund e Sieglinde e, por outro, a de Wotan e sua filha, a Valquiria Brunhilde.

 

Clique << AQUI >> e conheça mais sobre a ópera A Valquíria.


 

 

 

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